Goiás deve ser o maior produtor nacional de sorgo, girassol e tomate na safra 2020/2021

Com previsão de produção de quase 1,2 milhão de toneladas de sorgo e de 42 mil toneladas de girassol, o Estado de Goiás deve se firmar como o maior produtor nacional das duas culturas na safra 2020/2021. É o que aponta o 9º levantamento da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta-feira (10/06) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e com dados regionais compilados pela Gerência de Inteligência de Mercado da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). De acordo com a Conab, a estimativa é de crescimento de 7,3% na produção de sorgo na atual safra, no Estado, em comparação com a safra 2019/2020, e de aumento de 27,7% na produção de girassol, em relação à safra 2019/2020. A área plantada de sorgo e girassol deverá ser de 377,9 mil hectares e de 20 mil hectares, respectivamente. Com isso, a produtividade deve girar em torno de 3,1 toneladas por hectare no sorgo e de 2,1 toneladas por hectare no girassol. Outro destaque é a produção de trigo em Goiás, que deve registrar crescimento de 142,4% na safra 2020/2021, em relação à safra anterior. Serão 224,0 mil toneladas, com produtividade de 4,0 toneladas por hectare. Isso faz do Estado o quinto maior produtor nacional. Segundo o titular da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tiago Mendonça, esses números comprovam a aptidão de Goiás para o segmento agropecuário. “Além das culturas como soja e milho, que são referência no Estado, outras atividades têm se destacado no cenário nacional, mostrando a diversificação da agricultura goiana e contribuindo para o fortalecimento de nossas cadeias produtivas”, enfatiza. Safra no Estado Em relação à safra de grãos, Goiás deverá produzir mais de 24,6 milhões de toneladas na safra 2020/2021, ocupando a 4ª posição no ranking nacional – atrás de Mato Grosso (73,4 milhões de toneladas), Paraná (38,7 milhões) e Rio Grande do Sul (37,1 milhões de toneladas). A previsão é de produção de mais de 13,7 milhões de toneladas de soja (4ª posição no ranking), quase 9 milhões de toneladas de milho (também 3ª posição) e 130,9 mil toneladas de arroz (8º maior produtor brasileiro). LSPA/IBGE Segundo os dados do Levantamento Sistemático de Produção Agrícola, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Goiás deve ser o maior produtor de tomate no Brasil, com mais de 1,1 milhão de toneladas na atual safra, crescimento de 6,9% em relação à safra anterior. Destaque ainda para a cana-de-açúcar, já que o Estado deve ser o terceiro maior produtor nacional, com quase 74,0 milhões de toneladas. Fonte: Comunicação Setorial da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) – Governo de Goiás

Agronegócio puxa emprego também na construção e no comércio

Os investimentos no agronegócio funcionam como alavanca na geração de emprego e renda em cidades do interior. Municípios nos quais a agricultura e a pecuária pesam na economia local o dobro da média nacional geraram em abril deste ano um volume de vagas formais duas vezes maior do que as demais cidades na comparação com o mesmo mês de 2020, mostra um estudo da assessoria econômica do Bradesco. As vagas formais abertas não foram necessariamente no setor agrícola, mas no comércio e na construção civil, principalmente. “O investimento no setor acaba multiplicando esses recursos e gerando mais renda e emprego no interior”, afirma o economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato. No município de Bebedouro (SP), por exemplo, há hoje cerca de mil pessoas trabalhando na construção da fábrica de pectina da Cargill. A obra começou em 2020, e a unidade, inicialmente orçada em R$ 550 milhões, entra em operação em meados do ano. Cerca de 50% da cifra faz parte do pacote de quase R$ 1 bilhão que a companhia investiu no país em 2020. Com mais da metade da produção voltada para exportação, a nova fábrica poderia ser instalada na Flórida (EUA) ou no México. Mas a multinacional escolheu o Brasil por causa da disponibilidade de matéria-prima, além de oferta de mão de obra e condições de infraestrutura, conta Laerte Moraes, diretor. A pectina, espessante usado pela indústria de alimentos, é extraída da casca da laranja, e Bebedouro é um polo de citricultura. “Não tenho dúvida de que a cidade toda se reconfigura quando ocorre um investimento desse porte, com novas demandas para o comércio.” A Coamo, de Campo Mourão (PR), maior cooperativa singular da América Latina, com receita de R$ 20 bilhões, distribuiu em 2020 R$ 504 milhões em resultados a 30 mil cooperados. Esse dinheiro irrigou as economias das 71 cidades espalhadas entre Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, onde a cooperativa atua, conta o presidente, Airton Galinari. Mas o grosso da injeção de recursos da cooperativa nas cidades do interior ocorre por meio de investimentos. Neste ano, a Coamo começa a construção de uma fábrica de ração em Campo Mourão, onde serão investidos R$ 81 milhões. Essa cifra faz parte de um pacote de R$ 425 milhões previstos para 2021, que serão aplicados também na modernização de duas indústrias de óleo no Paraná e duas novas unidades da cooperativa no Mato Grosso do Sul. Em 2020, foram aplicados R$ 414 milhões. Metade foi para a construção do terminal no Porto de Paranaguá (PR). Fonte: CNN Brasil

Importação de carne de frango da Arábia Saudita continua superando a de 2020

Pelo contrário, tanto em maio como no acumulado dos cinco primeiros meses de 2021 o reino saudita adquiriu volume maior que o de idênticos períodos de 2020. E se, há um ano, encerrou o semestre com sensível redução no volume importado (-21,22%), neste ano completa o período revertendo aquele resultado, pois até aqui já foi superado o total acumulado entre janeiro e junho do ano passado. De acordo com os dados da SECEX/ME, até maio as importações de carne de frango da Arábia Saudita se aproximaram das 207 mil toneladas, volume que corresponde a um aumento de cerca de 17,5% sobre idêntico período de 2020. Mas não só isso, pois os dados da SECEX/ME relativos ao mesmo semestre do ano passado apontaram que o volume de carne de frango então destinado à Arábia Saudita somou 204,3 mil toneladas. Ou seja: a menos que tenha ocorrido alguma correção posterior em tal volume, o acumulado nestes últimos cinco meses já superou o total daquele semestre. O problema, por ora, parece estar concentrado na China que, até aqui, reduziu suas importações em quase 11%, gerando queda na receita de 17%. Uma questão que ganha maior dimensão com a queda de quase 30% nas importações de Hong Kong – o que faz com que tenha recuado da 6ª para a 10ª posição neste ano. Considerados os 10 principais importadores, a metade reduziu suas importações entre janeiro e maio de 2021. Ou, além de China e Hong Kong, Japão, Emirados Árabes e Países Baixos (Holanda). Por conta disso, o total importado pelo grupo dos 10 primeiros permaneceu em relativa estabilidade – aumento anual inferior a meio por cento, situação que se repete na receita cambial, que aumentou 0,44%. Felizmente – e embora represente pouco mais de um terço do total exportado – a carne de frango destinada aos demais importadores registrou aumento de volume ligeiramente superior a 10%, enquanto a receita cambial evoluiu perto de 11,5%. Graças a esses importadores, o volume total acumulado nos cinco primeiros meses de 2020, bem como a receita cambial total apresentam incremento de 4%. Fonte: AviSite

Nutrição e bem-estar impactam na saúde de galinhas poedeiras

Os ovos de galinha estão presentes em diversos alimentos do nosso dia a dia, como pães, bolos, biscoitos, seja em receitas caseiras ou em produtos industrializados, também são consumidos nas refeições das famílias, seja frito, cozido ou mexido. Para os amantes dos exercícios físicos, em especial, dos frequentadores de academia, a proteína proveniente dos ovos é apreciada e muito consumida. O consumo no Brasil vem aumentando, em 2013, por exemplo, eram 168 unidades por habitante, em 2021, deve chegar a 265 unidades per capita, de acordo com estimativa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), alta de 6% frente ao ano anterior. A produção de ovos no país deve crescer 5% na comparação com 2020. Para o especialista em Nutrição – Aves da Vaccinar, Javer Alves, o aumento de produção deve ser acompanhado de investimentos em tecnologia e, em especial, no bem-estar e no planejamento nutricional dos lotes. O bem-estar e a nutrição são os principais fatores para garantir o progresso da atividade agrícola e sua inserção no mercado mundial. Ele explica que as linhagens modernas de galinhas poedeiras são bastante sensíveis à qualidade e aos níveis dos nutrientes presentes na dieta e, por isso, as estratégias nutricionais e a escolha de ingredientes devem ser bem pensadas. Javer Alves acrescenta que a nutrição é uma grande aliada para melhoria da saúde das aves e consequentemente na qualidade dos ovos. A utilização de alguns alimentos ou aditivos pode conferir melhorias nas condições sanitárias do lote ou na composição dos ovos. Sabe-se que a nutrição representa 70% dos custos de produção do setor avícola e que a energia e a proteína são as parcelas mais representativas deste custo. Dessa forma, o maior desafio da nutrição é fornecer alimentos capazes de atender à exigência do animal, garantindo a máxima eficiência alimentar e menor perda de nutrientes para o meio ambiente. Além do monitoramento da qualidade dos principais ingredientes, principalmente milho e farelo de soja, a adoção de alguns aditivos pode refletir em melhoria de saúde, com destaque para a saúde do aparelho digestivo. Várias pesquisas mostram o benefício de compostos como ácidos orgânicos, óleos essenciais, probióticos, enzimas para melhoria do equilíbrio intestinal e, logo, saúde dos lotes. Sistemas alternativos É fato que o tipo de criação tem impacto sobre o comportamento animal e para fazer a transição de um sistema convencional de criação para um alternativo ou apenas com menor densidade de animais, o avicultor deve fazer investimentos e ter em mente que a garantia do bem-estar de seu plantel está correlacionada com diversos elementos a fim de garantir “as cinco liberdades” que são: livres de fome e sede; livre de desconforto; livres de dor, sofrimento e doenças; livres de medo e estresse e livres para expressarem seu comportamento natural. Javer Alves explica que algumas mudanças simples no manejo animal e no dimensionamento de equipamentos são suficientes para conferir alguma melhoria no bem-estar animal. “É claro que existem desafios quanto a essa transição principalmente para os pequenos produtores. Contudo, não se pode ignorar essas mudanças no mercado avícola, visto que, em diversos países, a criação em gaiolas já foi proibida”, analisa. Nos sistemas cage free (livre de gaiola, em inglês), as condições de criação devem ser favoráveis para manutenção da saúde das aves, desde que respeitada todas as condições de limpeza e biosseguridade. Nesse modelo, a garantia de bem-estar está diretamente ligada com a capacidade das aves expressarem seus comportamentos naturais, como realizar a postura em ninhos, ciscar, banho de área, e além do fato de terem espaço para locomoção, o que promove como consequência uma melhoria do aparelho esquelético. E alteração de determinados manejos ou até mesmo de tipo de criação permite ao produtor ingressar em novos nichos de mercado que tem consumidores dispostos a pagar por produtos advindos de produções que confiram maiores cuidados com o bem-estar e a nutrição das aves. Fonte: Press Comunicação Empresarial

Coopercitrus lança corretora de seguros

A Coopercitrus, Cooperativa de Produtores Rurais, com mais de 37 mil cooperados e atuação em São Paulo, Minas Gerais e Goiás, lançou sua Corretora de Seguros, com objetivo de proporcionar mais facilidade e condições especiais para os produtores rurais protegerem seu patrimônio. A cooperativa oferece diversas opções em seguros agrícolas, de safra, de máquinas agrícolas, de automóveis, residenciais, vida, entre outros, com condições exclusivas para atender às necessidades de cada cooperado. O novo serviço faz parte da estratégia da cooperativa, que busca integrar todas as soluções que o produtor rural necessita para melhorar o desempenho de suas atividades. “A Corretora de Seguros Coopercitrus já começou grande, para dar aos nossos cooperados a oportunidade de amenizar riscos, por meio de um investimento sólido. Em parceria com as maiores seguradoras, podemos oferecer preço e condições diferenciadas”, conceitua a diretora financeira da Coopercitrus, Simonia Sabadin. Segundo o gerente da corretora, Cássio Móvio, a cooperativa encurta o caminho entre a necessidade e a solução. “A experiência de nossos técnicos e a proximidade que temos com o produtor rural são fatores essenciais para identificarmos as demandas dos cooperados. Além disso, contamos com um time de profissionais dedicados para intermediar a contratação do seguro e dar todo o suporte necessário com eficiência, agilidade e transparência”, afirma Móvio. O cooperado Marcos Cicci já comprovou a qualidade da corretora da Coopercitrus e contratou um seguro durante a compra de um trator. “Tenho que destacar o excelente atendimento da equipe, o profissionalismo em cada etapa e o custo interessante. A Coopercitrus foi decisiva para trazer mais proteção à minha produtividade”, avalia o pecuarista. Portfólio variado A Corretora de Seguros Coopercitrus oferece todos os tipos de seguros que seus cooperados precisarem. Dentre eles, destacam-se: • Seguros agrícolas: para proteger a safra e o rebanho dos principais imprevistos. • Seguros de máquinas e equipamentos: proteção contra incidentes de maquinários novos e usados, sejam eles adquiridos na Coopercitrus ou em outras concessionárias. • Seguro patrimonial: ideal para proteger tudo o que está dentro da porteira, como casa, galpão, insumos e mais. • Seguro pessoal: diversas opções, tais como seguro de vida individual e em grupo, de automóvel, residencial e de viagem, para proteger o cooperado dentro e fora de sua propriedade. Os serviços estão disponíveis em todas as unidades de negócios da cooperativa.

Produção mundial de algodão em 2021/22 é estimada em 25,5 mi de t – Icac

O Comitê Internacional do Algodão (Icac) estimou, através de relatório de junho, a produção global em 25,5 milhões de toneladas em 2021/22, ante 24,3 milhões em 2020/21. O avanço de 5% reflete o incremento na área norte-americana e na África Ocidental. Em 2020/21, Brasil, Estados Unidos e Índia puxaram a queda na safra mundial. Já o consumo deve avançar 2% e somar 25,3 milhões de toneladas em 2021/22, ante 24,8 milhões em 2020/21, reflexo da recuperação na economia global. O comércio global foi previsto em 10 milhões de toneladas e 2021/22, elevação de 2% frente à temporada anterior. Os estoques globais devem avançar levemente, para 22 milhões de toneladas em 2021/22, ante 21,9 milhões em 2020/21.

Importação de soja pela China em maio cresce 29% ante abril com grãos do Brasil

Maior importadora global de soja, a China adquiriu 9,61 milhões de toneladas da oleaginosa em maio, alta de 29% frente às 7,45 milhões de toneladas de abril, quando alguns embarques brasileiros atrasaram, segundo dados da Administração Geral de Alfândegas. As importações de maio também foram superiores às 9,38 milhões de toneladas vistas no mesmo mês do ano anterior. “Os números ficaram dentro da expectativa do mercado. As importações de maio a julho são geralmente grandes todos os anos. Também houve algumas cargas atrasadas”, disse Wang Xiaoyang, analista da Sinolink Futures. Processadores chineses de soja aumentaram as compras de grãos do Brasil antecipando uma forte demanda do setor de suínos, que tem se recuperado rapidamente, mas chuvas no país da América do Sul atrasaram a colheita e exportações da oleaginosa. Os carregamentos atrasados começaram a chegar à China em grande volume a partir de abril, mas o impacto das chuvas ainda podia ser sentido. Operadores disseram que alguns carregamentos podem ser rolados devido aos atrasos, chegando à China em junho. As chegadas de soja ao país nos próximos dois meses devem passar de 10 milhões de toneladas, somando-se a um suprimento já sólido de grãos, segundo analistas. A China importou 38,23 milhões de toneladas de soja nos primeiros cinco meses de 2021, com alta de 12,8% frente ao mesmo período do ano passado, segundo dados das alfândegas. Fonte: Reuters

Exportações globais de café crescem 1% em abril, diz OIC

As exportações de café dos países membros e não-membros da Organização Internacional do Café (OIC) totalizaram 11,405 milhões de sacas de 60 quilos em abril, sétimo mês da safra mundial 2020/21 (outubro/setembro), contra 11,293 milhões de sacas registradas no mesmo mês de 2020, alta de 1%. As exportações acumuladas dos sete primeiros meses da safra 2020/21 (entre outubro e abril) somaram 77,521 milhões de sacas, alta de 4,1% em relação ao mesmo período de 2019/20, quando foram embarcadas 74,493 milhões de sacas. Conforme a OIC, o Brasil exportou 3,576 milhões de sacas de café em abril, contra 3,599 milhões de sacas no mesmo mês de 2020, queda de 0,6%. Já entre outubro de 2020 e abril de 2021, o maior produtor mundial exportou 28,723 milhões de sacas de café, contra 23,599 milhões de sacas no mesmo período 2019/20, alta de 21,7%. Fonte: Agência Safra

Índia antecipa meta de elevar mistura do etanol à gasolina para 2023

O governo da Índia antecipou sua meta de elevar a mistura de etanol na gasolina em 20% (E20) para abril de 2023, segundo informações da imprensa indiana. A meta inicial era alcançar essa mistura até 2030, mas o prazo já havia sido antecipado para 2025 no início deste ano. A determinação foi divulgada em um comunicado oficial do Ministério do Petróleo. A mistura de etanol válida para a safra sucroalcooleira atual (2020/21), iniciada em outubro, é de 10%, o que demandará 4 bilhões de litros do biocombustível. Para atender o E20 em 2023, o país precisará de uma oferta de 10 bilhões de litros, segundo o jornal “India Times”. A Índia é o terceiro maior importador de petróleo do mundo, e o produto abastece 85% da demanda nacional. A substituição de parte da gasolina por etanol integra um plano estratégico do governo indiano para estimular o setor agrícola do país, que emprega milhões de pessoas e é fortemente dependente da produção de cana, e ao mesmo tempo reduzir sua dependência energética dos mercados globais. A medida também deve reduzir as emissões de carbono, contribuindo para que o país alcance suas metas internacionais. Fonte: AGÊNCIA UDOP

Colheita da safra 2020/21 de soja é finalizada na Argentina

Levantamento semanal divulgado pelo Ministério da Agroindústria da Argentina ontem (3) indicou que a colheita de soja da safra 2020/21 foi finalizada na área cultivada de 16,784 milhões de hectares. De acordo com o Ministério, na semana anterior a ceifa estava em 90%. No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 97% dos 16,882 milhões de hectares cultivados na temporada 2019/20. Fonte: Agência SAFRAS

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